A evolução da web

Setembro 2, 2008 at 12:45 am (Uncategorized)

Pode-se considerar que tudo começou com a Arpanet, uma rede de computadores criada no auge da Guerra Fria, com o intuito de conectar bases militares com departamentos de pesquisas do governo, pois a grande preocupação dos americanos era possuir uma rede sem uma central, que não fosse destruída por ataques inimigos. A realização do primeiro experimento para conectar na rede Arpanet, foi feito por quatro Universidades, e nessa altura já havia um suporte para login remoto e correio eletrônico. Dentro dessa leve introdução sobre como teve início o que conhecemos hoje por web, é possível comparar o filme Piratas da informática com a idéia que os militares tiveram, quando pensaram em um sistema seguro para chegar a suas informações e objetivos. O que difere um sistema do outro é que Bill e Paul tinham a intenção de espalhar essa rede para o mundo inteiro, onde todas as pessoas pudessem utilizar, ao contrario do militares que buscavam exclusividade para manterem-se sempre por dentro dos acontecimentos e alertas a novos ataques.                                                                                                                                                               Em decorrência ao sucesso e persistência de Bill e Paul, a internet é uma dos principais meios de comunicação que liga pessoas de todos os lugares, e permite que notícias sejam atualizadas há todo minuto. Através desse sistema hoje temos jornais on-line como o San Jose Mercury News, que foi o primeiro mundialmente, começou em 1993 dentro da AOL, e hoje tem seis milhões de visitantes por mês, lançando novidades e acontecimentos ao longo de todo dia. Ele tornou-se célebre ao conseguir lançar diversas bombas on-line para o mundo, já em 1994 passou a ter presença própria na web com site WWW.mercurycenter.com. Ao longo dos anos a web foi desenvolvendo e adquirindo características, dentre elas a multimidialidade, que possui a capacidade de concentrar em um mesmo ambiente diversos formatos de apresentação de informações, como textos, áudio, fotografias e animações. Já a interatividade permite que o leitor faça parte do processo jornalístico, através de troca de e-mails, opiniões, fóruns e discussões. A hipertextualidade por sua vez é a interconexão através de links para textos complementares, fotos, sons, entre outros. Também se encaixam em características da web a customização ou personalização, onde de acordo com os interesses individuais ocorre a configuração de um produto jornalístico, como pré- seleção, diagramação, cores, tamanho e tipos de fonte. A usabilidade trata-se da facilidade para as pessoas empregarem uma ferramenta ou objeto, a fim de realizarem uma tarefa. E por fim a memória, que nada mais é que a acumulação de informações, ou volume.                                                                                                                                                                                                 Portanto se nos dias atuais milhares de pessoas possuem um sistema capaz de gerar informações e interligar noticia de todos os países, o mérito é dos indivíduos considerados gênios que de uma simples idéia, revolucionaram os meios de comunicação em massa, trazendo um mundo real através de uma simples tela e um programa.

Karen Jessica Pudelko

5 Comentários

  1. William Ferreira da Cruz disse,

    alguem me empresta um óculos pra mim conseguir ler este texto uhauhauhauhuhauhuhauhauhhuahuuha h
    brinks …. tambem te amo uhyahuauhhua uha
    satisfações…

  2. Juliana de Fátima disse,

    Bom texto amigaaaaa…

  3. Juliana de Fátima disse,

    Bom texto amigaaaaa….

  4. jorfacinter disse,

    poxa, boa a relação da arapanet com o bill gattes e o steve jobs.
    legal vc ter citado todas as caracteristicas que o prof citou nas aulas tbm
    so faltaram os apragrafos ne..ahha
    mas foi um bom texto.
    bjo

  5. rodrigo montanari disse,

    olá karen, tudo bem?
    gostei do texto, você já tem coerência. se preocupe um pouco mais com a gramática. tente não fazer frases de efeito no fim do texto, elas sempre ficam cafonas.

    obrigado,
    rodrigo montanari

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